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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

se somos Espíritos imortais, cabe-nos o despertar para esta realidade, todos os dias...


...numerosas  criaturas  atravessarão  o  dia  à  maneira  do irracional, em movimentos quase mecânicos. Erguem-se do leito, alimentam o corpo perecível, absorvem a atenção com bagatelas e dormem de novo, cada noite.
Muito antes que a Joanna de Ângelis nos trouxesse a descrição psicológica do "homem fisiológico", o Emmanuel já nos brindava com pequenas citações em que o "homem de rotina" é tão bem desenhado.

O recado tem sido dado. Quem tem procurado abrir os sentidos, tem ouvido e procurado refletir, elevar-se, lapidar-se.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Uma simples frase pode conduzir a profundas reflexões

Somente  depois  de  longas  e  porfiadas  experiências,  aprendemos  a  beneficiar  sem estabelecer algemas e a servir sem a vaidade de nos sentirmos em plano superior...
Do mentor Benigno, no conto O amigo Chaves, de Humberto de Campos, em Pontos e Contos, na psicografia de Chico Xavier.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Melindre

Os Espíritos amigos, por meio do Chico Xavier, ampliaram em muito o que podemos denominar de campo de possibilidades de auto-conhecimento e reflexão em torno das nossas atitudes e sentimentos.

Lendo um trecho de Caminho, Verdade e Vida, de Emmanuel, nos deparamos com o trecho abaixo:
Os melindres pessoais, as falsas necessidades, os preconceitos
cristalizados, operam muita vez a cegueira do espírito. Procedem daí imensos
desastres para todos os que guardam a intenção de bem fazer, dando ouvidos,
porém, ao personalismo inferior.
O melindre, em particular, é tema recorrente nos escritos de Emmanuel.

Os dicionários nos diz algo sobre o melindre:
Houaiss - disposição para se ressentir de coisa insignificante; suscetibilidade;
Aurélio - facilidade de magoar-se, de ofender-se; suscetibilidade.
Estar, portanto, melindrado não é certamente um bom estado de espírito... Este "baixo limiar à contrariedade" sempre esconde orgulho ferido, vaidade tola e outras esquisitices que guardamos cá dentro do peito.

Se nos sentirmos às voltas com o melindre, em qualquer situação, respiremos fundo, oremos e sacudamos a poeira de velhas disposições interiores que nos prendem à inferioridade, àquelas experiências do passado milenar do velho homem que deveremos superar.

Aprender, neste sentido, engolir sapo, relevar o erro alheio, exercitar o perdão é sempre o melhor remédio. Há muito o que realizarmos. Não percamos tempo com melindres, pois.